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Diferença entre os Sistemas On Grid e Off Grid de Energia Solar



O uso de sistemas on grid e off grid de energia solar cresce rapidamente no Brasil. Já são milhares de usinas instaladas nos telhados de casas, indústrias, organizações públicas e privadas. A geração de energia elétrica por meio dessas tecnologias aumenta ano a ano, conquistando cada vez mais espaço no parque gerador do país. Não à toa, a elaboração e execução dos projetos no setor já alcançou um volume financeiro na casa dos bilhões.

O cenário é otimista: o custo de produção de cada Watt por meio da energia solar no país está mais barato e o motivo é o aumento da procura e da oferta de equipamentos para a montagem de sistemas de qualidade no mercado nacional. Nos últimos dois anos, por exemplo, o custo de instalação de um sistema caiu pela metade.

Aliado aos incentivos que diversos bancos e instituições financeiras têm disponibilizado para os consumidores, o sonho de ver a conta de luz ficar mais barata tem se tornado uma realidade cada vez mais próxima. Mas mais do que diminuir despesas, os sistemas on grid e off grid têm significado inclusão para muita gente.

Sistemas on grid e off grid: qual escolher?

Há dois tipos de sistemas de energia solar: on grid e off grid. No on grid, cujo nome vem do inglês e significa “na rede”, o imóvel onde o sistema está instalado permanece conectado à rede pública de distribuição de energia elétrica. O que é captado do sol e convertido em eletricidade é usado pelo próprio imóvel e o que sobra é entregue à concessionária, que concede créditos ao consumidor.

Essa operação é muito prática e útil sobretudo para sistemas geradores instalados em áreas urbanas ou com fácil acesso à distribuição. Ela é a responsável por baratear os custos periódicos com energia elétrica porque os créditos gerados podem ser convertidos em descontos que poderão ser utilizados em até 60 meses.

A dinâmica também é vantajosa para quem tem mais de um imóvel. Por exemplo: uma pessoa tem uma casa no centro da cidade e um apartamento em outro bairro, mais afastado. Se o que ele produz de energia fotovoltaica na casa do centro supre as necessidades e ainda sobra, os kiloWatts (kW) excedentes podem abater parte (ou tudo) do valor da conta do apartamento.

Por outro lado, caso a irradiação solar captada seja insuficiente para atender à demanda da casa, a rede pública abastece com o que faltar — e isso também ajuda a reduzir o valor da conta. Como está sempre ligado, o fluxo energético é contínuo e essa dinâmica automática.

Já no caso do sistema off grid, a situação é diferente. O imóvel onde a energia fotovoltaica é gerada está “fora da rede”, ou seja, opera de forma autônoma e sem integração à rede pública. Ele é totalmente autônomo e ideal para: produtos/soluções, áreas rurais ou distantes de regiões com rede elétrica estabelecida.

A energia produzida em sistemas off grid é armazenada em baterias para garantir a fornecimento em períodos sem sol ou durante a noite. A quantidade de baterias está atrelada a quantidade de cargas e ao tempo de autonomia desejado para o sistema. Por outro lado, essa modalidade não dá desconto na conta de energia, justamente por não haver abastecimento por parte da concessionária pública. A vantagem é a autonomia energética, em poder gerar e armazenar para alimentar qualquer tipo de produto/solução, independente do quão distante ou isolada seja a carga a ser alimentada.

diferenca entre on grid e off grid

Vantagem econômica

A avaliação sobre a possibilidade de instalação de um sistema de geração de energia elétrica fotovoltaica para casa ou alimentação de produtos deve ser criteriosa. Além de verificar se o seu caso é de aplicação de um modelo on grid ou off grid, é importante fazer a análise dos custos de implantação versus o acumulado previsto com o pagamento de contas de luz no futuro. Na maioria dos casos, os sistemas on grid “se pagam” em torno de seis anos, conforme a região do país que o sistema for instalado.

Os sistemas são duráveis e as soluções disponíveis no mercado têm qualidade de sobra para resistir à exposição ao sol e à chuva diariamente. Além disso, esse tipo de recurso é ecologicamente correto: sempre renovável e disponível, é possível gerar energia mesmo em dias nublados ou chuvosos — por mínima que seja, a radiação solar é aproveitada pelo sistema.

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